Argumentavam o rico burguês e o sábio aristocrata acerca do que os fariam mais importantes: o poder econômico ou o intelectual, até que o astuto e inteligente homem disse que cada dom era o mais importante sob a perspectiva e os valores de quem estivesse observando, sendo que o dele o ajudava a convencer pessoas, reverter valores, e trazer para o seu lado a opinião do senso comum, a do seu adversário inclusive. Nesse instante, sem se tocar que havia caído na armadilha que havia sido a pouco enunciada, o "fraco" burguês se convenceu das razões do sábio aristocrata, e da teoria da supremacia das idéias. Inteligência ou oratória? Talvez ambas.
Eduardo